sábado, 5 de maio de 2012

Pedagogia do Oprimido ( Paulo Freire)

- Reconhecimento da desumanização como realidade histórica.- Luta: Opressores X Oprimidos.
- Libertar-se a si e dos opressores.
- Só o poder que nasce da debilidade dos oprimidos será suficientemente forte para libertar a ambos.
- Lutando pela restauração de sua humanidade estarão, sejam homens ou povos, tentando a restauração da generosidade verdadeira.
- A pedagogia do oprimido não pode ser elaborada pelos opressores.
- Os oprimidos, em lugar de buscar a libertação, na luta e por ela, tendem a ser opressores também, ou subopressores.
- A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige uma permanente busca.
- Medo de liberdade.
- Um dos elementos básicos na mediação opressores- oprimidos é a prescrição. Toda prescrição é a imposição da opção de uma consciência a outra.
- Dilema dos oprimidos que a pedagogia tem de enfrentar: dualidade que se instala na " interioridade" do seu ser.
- Transformar a realidade opressora é tarefa hidtórica, é tarefa dos homens.
- A pedagogia do oprimido que, no fundo, é a pedagogia dos homens empenhando-se na luta por sua libertação. E tem que ter, nos próprios oprimidos que se saibam ou comecem criticamente a saber-se oprimidos, um dos seus sujeitos.
- Seria uma contradição se os opressores, não so defendessem, mas praticassem uma educação libertadora.
- Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado desta?
- Para os opressores: quem desama, quem são violentos... são os oprimidos.
- Por isto é que, somente os oprimidos, libertando-se, podem libertar os opressores. Estes, enquanto classe que oprime, nem libertam, nem se libertam.
- Inversão: opressores viram oprimidos.
- Genorisidade falsa.
- Reflexão  + ação.
- Educador e educandos ( liderança e massas), são sujeitos no ato.


1- A concepção "bancária" da educação como instrumento da opressão. Seus pressuposto. Sua crítica.
2- A concepção problematizadora e libertadora da educação. Seus pressupostos.
3- A concepção " bancária" e a contradição educador- educando.
4- Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.
5- O homem como ser inconcluso, consciente de sua inconclusão. E seu permanente movimento de busca do ser mais.




1- A concepção "bancária" da educação como instrumento da opressão. Seus pressuposto. Sua crítica.

- O educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transformam em " vasilhas", em recipientes a serem enchidos pelo educador.
- A concepção "bancária" da educação oferece aos educandos receber os depósitos, guardá-los  e arquivá-los ( conhecimento).


2- A concepção problematizadora e libertadora da educação. Seus pressupostos.

- A educação " bancária", em cuja prática se dá a inconciliação educador- educandos , rechaça este companheirismo.
- Saber  com os educandos, enquanto estes soubessem com ele, seria sua tarefa. Já não estaria a serviço da desumanização. A serviço da opressão, mas a serviço da libertação.


3- A concepção " bancária" e a contradição educador- educando.

- O papel do educador é disciplinar a entrada do mundo nos educando, imitar o mundo, ordenar o que  já se faz espontaneamente, encher os educandos de conteúdos.



4- Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.

- Educador não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em dialógo com o educando que, ao ser educado, também educa. Ambos, assim, se tornam sujeitos do processo em que crescem juntos.



5- O homem como ser inconcluso, consciente de sua inconclusão. E seu permanente movimento de busca do ser mais.

- Em busca do ser mais, porém, não pode realizar-se no isolamento, no individualismo, mas na comunhão, na solidariedade nas relações dos existires, daí que  seja impossível dar-se nas relações antagônicas  entre opressores e oprimidos.



Uma parte do nosso seminário apresentado hoje: 05/05/2012 no IFSP- SP








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